sexta-feira, 3 de julho de 2009

Visitando a FLIP


Professor Cláudio recebendo autógrafo no "O filho da mãe" do próprio autor, o jornalista Bernardo Carvalho.



Nossos intrépidos alunos - Mariane, Arthur e Nádia com o repórter Rafael Cortez, do CQC.







A cidade está cheia de caras novas, repleta de toda sorte de tribo, misturando-se com os cidadãos de Paraty. As ruas exalam FLIP. Manifestos, declamações de poemas a céu aberto, no meio da rua. Canções, maracatu, uma pluralidade incrível de correntes artísticas. Na praça principal, réplicas nos lembram da infância de histórias como a de Pinóquio. As crianças se divertem em muitas oficinas, tudo gratuito. As mesas com os autores estão lotadas. Primeiro, em plena hora do almoço, uma imensa procura por Bernardo Carvalho (de "Mongólia" e "O filho da mãe"). A fila para ver Chico Buarque apenas pelo telão era imensa. Não importa. Uma ivraria que teve um stand montado no lado da área de autógrafos, estava sempre lotada. Tanta avidez por uma feira literária indica carência. Carência de todos com a cultura e novos saberes. O país quer mais letras, quer mais livros. O país quer ler e escrever.

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