segunda-feira, 6 de julho de 2009
Essa viagem nunca terminará
Obrigado pela semana que vocês me proporcionaram, amigos.
PS: não esqueçamos de agradecer especialmente à nossa "equipe de bordo", o socorrista Júnior (dublê de repórter eternamente homenageado pelo funk do socorrista - por Daniel e Arake - tum-tum-chá/tum-tum-chá), o animador Raul (Chambinho, dono dos gritos mais irados de Paraty e de uma disposição invejável), da Val (mistura de mãe e aluna, e dona de gritos que certamente invejam o Chambinho) e o nosso consultor sobre tudo que se refere ao campo das artes (e do paranormal), nosso querido professor Cláudio Bull.
domingo, 5 de julho de 2009
Chegando ao fim...
"Como já dizia o consagrado fotógrafo João Wainer, as melhores e últimas praias do litoral brasileiro estão entre Ubatuba e Paraty. Nessa encantadora viagem, na qual vivenciei experiências inesquecíveis, apenas pude me consagrar nas palavras de Wainer. Neste momento, estou feliz por conhecer um lugar que reúne história, cultura e belas paisagens, representando o encontro da mata Atlântica com diversas praias, em que figura onipresente a serra do Mar. E de certa forma preocupado por ter a plena consciência de que isso é o pouco que nos resta."
Por Pedro Nogueira do segundo ano A.
Na visão de Pedro (II)
Dentro da senzala
Ontem (04/07), visitamos a fazenda Murycana, local que retrata o Brasil da cana de açúcar, principalmente da escravidão. A questão da escravidão foi o que mais me impressionou, pois ver de perto as condições em que os escravos eram submetidos, essas que demonstram o início de um preconceito absurdo. A senzala era demasiadamente abafada e triste. Assim, me perguntei se seria tal fator um precedente de um caos cultural, social e econômico no Brasil – e, de fato, era. Percebe-se, então, um problema mal resolvido, o que reflete na população brasileira atual. Além da reflexão a respeito da escravidão, observamos objetos com mais de 300 anos de história, desde o império até o dia de hoje.
Por fim, para não perdermos o costume (né, Marcello?) tomamos um delicioso café feito em fogão à lenha pela Dona Ilda.
Por Ana Laura Botelho, do terceiro ano G.sábado, 4 de julho de 2009
Do engenho ao teatro
A fazenda mostra as más condições fornecidas pelo senhor do engenho aos escravos. Sabendo que eles eram considerados não como seres humanos mas como seres sem alma.
Hoje tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente um engenho onde foram abrigados vários escravos, trabalhadores na produção de aguardente. A diferença entre a condição de vida entre escravo e senhor de engenho era gritante!
Os alunos do Galois aprenderam a importância da escravidão na economia portuguesa da época. Mesmo sabendo que essas condições hoje em dia seriam inaceitáveis.
Fomos também à parte histórica da cidade de Paraty, onde os alunos foram divididos em grupos e depois nos encontramos para assistir ao teatro de bonecos. Um teatro mundialmente famoso em que os bonecos tomam vida.
Colaboração de Fernanda Banhos (2º ano)
Debaixo da água
Durante a minha experiência com o mergulho, eu pude observar e analisar a grande e incrível biodiversidade marinha. Com inúmeras espécies inesperadas e inusitadas e tudo diante dos nossos próprios olhos e a muitos metros de profundidade. Nos divertimos muito e alcançamos todas as nossas expectativas.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Visitando a FLIP
Professor Cláudio recebendo autógrafo no "O filho da mãe" do próprio autor, o jornalista Bernardo Carvalho.
Nossos intrépidos alunos - Mariane, Arthur e Nádia com o repórter Rafael Cortez, do CQC.